Mão Amiga fez-me chegar o texto de Mário Crespo censurado pelo Director do JN, mais um lacaio do sistema. Este jornal (o “Jornal de Notícias”) pertence ao grupo do “amigo Oliveira”, que Sócrates e Vara têm protegido, através de “favores” com os dinheiros do BCP, como consta das escutas do processo “Face Oculta”.
O País respira medo e os novos títeres, marionetas do Poder (dos vários poderes) vão fazendo o seu trabalho sujo, ao serviço do guardião dos grandes interesses financeiros (dos banqueiros e quejandos), que dá pelo nome de Sócrates e que tem como refém o que resta de esquerda no PS.
O País respira medo. Medo da crise, do desemprego e da chantagem deste Poder, para quem a Liberdade e a Democracia, pouco mais são que um cão, que só pode ser passeado à trela. O Povo, desde a classe média aos mais humildes, tem de romper este cerco.
Num dia em que a TSF denuncia que só em Inglaterra há cerca de meio milhão de emigrantes, sobretudo de jovens com boa preparação académica, que em Portugal não conseguem emprego e que, assim, evitam que a taxa de desemprego, no País assuma números astronómicos, revela-se este ataque a Mário Crespo.
(eu próprio, velho, tenho o meu filho desempregado e há mais de um ano que o socorro, como à sua família, com recurso à minha reforma e a economias de toda uma vida de trabalho).
As soluções deste Orçamento, de Sócrates, com a cumplicidade do “partido bengala” (do PP) e do da Senhora do PSD, são não uma solução, mas uma maior asfixia, que atinge sobretudo os mais débeis e humildes e que poupa os do costume (banqueiros, nababos e ou a corja de oportunistas e corruptos).
É urgente varrer esta situação política, dominada pelos partidos do “centrão”, com a ajuda do “partido bengala” de Paulo Portas. É urgente arejar a casa deste bafio, que nos lembra o bafio salazarento, de má memória. É urgente uma outra política e outros políticos, para que Portugal e os Portugueses possam livremente respirar.
Veja-se, pois, a seguir o que Mário Crespo no JN queria escrever, a segir a estas linhas.
ABAIXO A CENSURA ! VIVA A LIBERDADE ! ABAIXO OS NOVOS DITADORES E´TÍTERES ACÓLITOS ! VIVA O “25 DE ABRIL” ! (Fernando Rocha)
Mário Crespo abandona colaboração com JN
Mário Crespo vai deixar de colaborar com o Jornal de Notícias depois de a publicação ter recusado um texto de opinião onde o jornalista relata um encontro entre Sócrates, Lacão, Silva Pereira e um executivo de televisão, onde Crespo foi referido como um «problema» que tinha de ter «solução», apurou o site do Sol.
O artigo de Mário Crespo, que seria hoje publicado, na coluna de opinião do Jornal de Notícias foi rejeitado pela direcção do referido diário, acrescenta o Sol na sua edição online.
O jornalista contou ao Sol que enviou, às 06:00 de domingo, o texto para o «copy desk» do JN. Por volta das 24:00, Mário Crespo recebeu uma chamada telefónica do director do diário, José Leite Pereira, com indicação de que o artigo de opinião não seria publicado.
Questionado sobre as razões para a não publicação, Mário Crespo refere que «não houve uma explicação plausível», por parte do director do jornal. Perante esta situação, o jornalista da SIC decidiu cessar a colaboração com o JN.
Eis o texto censurado:
<<O Fim da Linha
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.
O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor.
Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”).
Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”.
Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”.
É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade.
Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.
O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.>>
2 Fevereiro 2010
Há dias um amigo fez um comentário, num dos artigos, da série “OS MEUS PRESIDENTES”, inseridos neste site/blog, em que me perguntava se eu ganhei alguma luta, ao longo do meu activismo político ou sindical, de muitos anos. No fundo perguntava e duvidava dos resultados da minha relativamente longa acção, enquanto homem empenhado na luta política; mas a minha intervenção sindical, também, estaria subjacente ao seu questionamento, pondo em dúvida os ganhos de toda essa minha militância, de próximo de quarenta anos. E estava, de facto, subjacente a minha acção sindical, porque tendo sido meu colega de serviço, era essa a minha principal actividade, de carácter cívico, digamos.
Continuamos a ser Amigos e eu de modo algum me sinto agastado, por essa sua dúvida, tanto mais que ele se reformou cedo e não continuou a acompanhar, de perto, o meu trabalho, como activista. Logo a seguir ao seu comentário, eu, por minha vez, respondi-lhe, imediatamente a seguir, também, no supra citado texto (“OS MEUS PRESIDENTES IV”), não só para ele, mas, igualmente, para esclarecer todos os outros visitantes deste site, designadamente os sócios e os Amigos do já histórico STI .
Em primeiro lugar dizer que nunca ganhei nada com todo esse meu activismo. Fiz o que fiz, em trabalho voluntário, não remunerado, por idealismo, por convicção, por ideais políticos e sindicais, querendo acreditar, como ainda acredito, que é através da participação, exercendo a plena cidadania, bem como assumindo, também plenamente, a condição de trabalhador, que o Homem (homens e mulheres) será mais livre, mais respeitado e dignificado, numa sociedade crescentemente mais democrática e justa. E acreditem, que, tanto a Liberdade como a Justiça, não se pedem e muito menos se mendigam, conquistam-se.
É isso que a História nos ensina; e foi, também, isso, que aprendi, com a experiência de participação empenhada e de luta. A relativamente boa e distintiva carreira, no seio da Função Pública, que nos Impostos se criou – a luta pela Reestruturação de Carreiras - não foi uma dádiva, foi uma conquista, ao cabo de muita luta, que culminou com uma Histórica GREVE, de dezassete dias consecutivos (DESDE LOGO ESSA LUTA GANHEI, sendo um dos seus maiores dinamizadores, no Distrito de Lisboa).
Tive muitas pequenas vitórias, como fossem a resolução do problema dos ex-tarefeiros (alguns já não se lembram que fui dos seus principais defensores, contra tudo e contra todos, mesmo dentro do próprio Sindicato e alguns deles chegaram a cargos de Direcção, que não teriam se para a rua fossem, naqueles anos oitenta, do século passado, como muito “boa gente”, na casa, queria). Os colegas Administrativos (não esquecendo os auxiliares-administrativos), perdoem-me a crueza, mas, também, me devem alguma coisa. Muitos colegas da carreira Técnica-tributária, aceitavam muito mal qualquer solução, para que, a estes trabalhadores, se fizesse justiça. Nunca os esqueci e, também, contra tudo e contra todos, os procurei defender e alguma coisa se conseguiu, havendo, porém, algumas injustiças relativas. Depois, com a derrota do “cavaquismo” e a ascensão do PS e do Engº. António Guterres, ao Poder, em l994 (luta política em que tive muito empenhado, sendo pioneiro nos famosos Estados Gerais, no sector dos Impostos, que foram a ossatura da vitória do PS), acabou-se com os contratados a recibo verde - de que a direita (PSD), no Governo de Cavaco, com Manuela Ferreira Leite na Sec. do Orçamento, meteram às catadupas nos serviços, para colmatar os quadros, mas recusando-lhes quaisquer direitos.
Não se esqueça, também, que ainda como delegado sindical estatutário, no Sindicato da Função Pública, contribuí para a resolução, integração, na DGCI, com direitos, dos colegas retornados das ex-colónias portuguesas. Finalmente referir que sendo dos Impostos, sempre lutei pelos direitos dos nossos colegas das Tesourarias, recusando uma espécie de “racismo” (não de pele, mas de situação profissional). Muitas outras pequenas lutas contribuí para que ganhas fossem ou “empatei”. Porque, reparem, se, por vezes, na luta sindical, como na política, não houver condições para ganhar, “empatar” pode saber a vitória (ou seja, evitarem-se as piores consequências de uma tentativa de imposição de medidas muito lesivas, por iniciativa do Governo ou da Administração, no caso a Fiscal.
Mas se nos sectores mais marginalizados, da casa dos Impostos, a minha acção pode ter sido importante, passe a imodéstia, no seio das carreiras técnicas, não deixei de contribuir para algumas vitórias (desde logo a já referida, pela reestruturação de 1979) e, certamente, bastantes “empates”.
Desde logo um “empate”, com especial sabor a grande vitória. Trata-se da minha luta – então como membro da Direcção Nacional (DN) do STI, que quase só travei - em 1993, contra os DISPONÍVEIS, na DGCI e nas TESOURARIAS, contra a nossa caseira “dama de ferro”, que dá pelo nome de Manuela F. Leite e que é uma das personagens políticas contra as quais tenho, desde há muito, um certo “ódio de estimação” (“ódio” aqui é uma metáfora, por isso, também, a expressão está entre aspas).
A história é simples: – Mão amiga, bem colocada nos Serviços Centrais da DGCI fez-me chegar uma folha do desdobramento do Orçamento de Estado, desse ano, para a DGCI, onde se verificava uma redução colossal das verbas com pessoal nos Impostos e nas Tesourarias. Fiz uma contas, para, por alto, ver quanto é que aquilo dava em número de trabalhadores e verifiquei que era uma enorme sangria. Comuniquei o caso aos restantes membros da DN, que duvidaram daquela péssima notícia. Respondi-lhes, desde logo, que as minhas fontes eram seguras e de que a fotocópia do documento, que possuí e que lhes dei, o atestava; e que, assim sendo, assumia sozinho denunciar a grave situação. E desde Rádios a jornais, bem como a colegas, fiz um barulho dos diabos, assumindo ficar pelo Poder (desde o Governo à Administração) “queimado”.
Eram, assim, aos milhares os trabalhadores dos Impostos e das Tesourarias, que nesse já distante ano de 1993, a Senhora (actual líder do PSD), queria mandar para casa, com uma progressiva perda de direitos, que poderiam culminar com a perda definitiva do emprego. A medida era tão absurda, tão inacreditável, que no seio da Direcção do STI, liderada então, pelo colega Severo Almeida, ninguém, nela, queria acreditar. Todavia, apesar de me acusarem de alarmista, a uma reunião agendada, com a então, dita cuja, nessa altura Secretária de Estado do Orçamento (sendo Ministro o Professor Braga de Macedo e Primeiro Ministro o Prof. Cavaco), foi perguntado à senhora se o que se dizia dos “disponíveis”, no sector, era verdade, o que ela confirmou. Pelo menos nessa resposta, foi séria, o que já é alguma coisa, sobretudo nestes tempos que correm.
Quando essa resposta a então DN do STI obteve, da boca, mais que poderosa, da então Secretária de Estado Drª. Manuela Ferreira Leite e a questão foi, ao pessoal, foi, pelo Sindicato, oficialmente comunicada, os serviços, por todo o País, entraram em “polvorosa”, bem como uma boa parte da opinião pública achou que aquilo era um disparatado exagero do “cavaquismo”. E, assim, toda aquela trama, da pérfida senhora e seus acólitos, do papel não passou.
Penso que, por hoje, já chega. Isto já está um grande testamento, em termos de escrita na “NET”. Chega, porque tem de chegar, pela razão que atrás dei. Fica muito por contar. Fica muito por dizer. Sobretudo, no capítulo dos meus sonhos, para o SINDICALISMO e, muito particularmente, para o STI, o Histórico SINDICATO DOS TRABALHADORES DOS IMPOSTOS. Ficou imenso por fazer, muita coisa por conquistar, mas, mesmo com prejuízo da minha vida pessoal (por exemplo, um curso académico que poderia ter tirado), mas não me arrependo, valeu a pena (!); e quando dialogo com a minha consciência, FICO MUITO DESCANSADO, MUITO TRANQUILO e na rua, publicamente, ando à vontade, sem vergonha, na face !…
Fernando Rocha
NOTA DE ACTUALIDADE (UM ENXERTO NESTE ARTIGO) – “MUDA DE VIDA”
Estava a escrever o texto, que antecede, e estava, simultaneamente, dando alguma atenção ao programa da RTP1, de Fátima Campos Ferreira, “Prós e Contras”. No de hoje, para “variar”, falava-se das nossas contas do Estado e, mais particularmente, do Orçamento. Para “variar”, também, os funcionários públicos, no que toca aos seus vencimentos, “estiveram na berlinda”. Como já sabemos, continuamos a ser a presa fácil, das más políticas, do desvario orçamental. Continuamos a ser os “bodes expiatórios” da crise e os principais “causadores” do défice, na boca de alguns figurões, que, de barriga bem cheia, dão “bitates” e debitam sentenças, que nos têm como destinatários. Funcionários Públicos e pensionistas são, para alguns cavalheiros, uma espécie de párias, a sangrar, custe o que custar, a emagrecer, salariamente.
Um dos cavalheiros por quem, a par com a M. F. Leite, começo a ter um, também, “ódio de estimação” é um tal Prof. Nogueira Leite (que já foi governante, no PS) e agora, faz de figurante em areópagos do PSD ou do hipotético novel líder Passos Coelho (segundo as imagens que nos dão os canais de televisão). Sua Exª., um arrogante reaccionário, inchado na sua soberba, permite-se dar “lições”, c…… sentenças e “puxar as orelhas, aos Sindicatos da Função Pública. Desta vez até o Professor Silva Lopes o zurziu, pelo mal que quer e diz dos aposentados e funcionários da Função Pública. Sua Exª. é um nababo deste sistema, herdeiro bastardo do “25 de Abril”, que culpa não tem da ascensão aos vários sectores do Poder (ou dos Poderes) destes oportunistas e chupistas, sem vergonha.
Houve um outro figurão que falando do “monstro” uma criação retórica, do actual inquilino de Belém, chegou mesmo a falar em despedimentos e cortes de salários, na Administração. Esqueceu-se de falar, todavia, o “esquecido” nos figurões dos gestores, que se auto-remuneram a peso de ouro.
O Dr. Medina Carreira (que por vezes diz coisas certas e que eu, neste site, já louvei) esteve mal, muito mal, a “rezar” pela vinda do FMI, para nos pôr na ordem, em termos orçamentais. E está completamente errado nessa sua vontade da vinda do FMI, porque o que é preciso é mudar de políticas (e de políticos no Poder, do “centrão”, a que o CDS serve de bengala) e é o Povo Português que o tem que fazer, votando de modo diferente. A crise é agravada seriamente por estas políticas direitistas de Sócrates, que o PSD e o CDS, no fundo, subscrevem e que viabilizam (a “abstenção construtiva” de Paulo Portas é uma anedota, como se a abstenção, que significa um alheamento, pudesse ser construtivo; no fundo diz que queria votar a favor do Orçamento, mas não pode, porque, se o fizesse, “mostrava o rabo”, desmascrando-se, por completo na sua pose de oposição).
O despesismo dos Gabinetes (Governamentais, das Direcções-Gerais, das Empresas estatais), as obras anunciadas faraónicas, a corrupção (que é o maior Imposto Português, que escondido nos empobrece), o dinheiro dado aos banqueiros, mesmo cobrindo, sem regra, as vigarices, etc., são, só a título de exemplo, a verdadeira causa da nossa desgraça.
O País, a maioria do Povo, tem de levar à letra a canção do António Variações “MUDA DE VIDA”. Só mudando o sentido de voto nos livraremos da desgraça e desta praga de parasitas.
Fernando Rocha
PS – Baptizo PAULO PORTAS de “POLÍTICO BENGALA” , pois foi “BENGALA” de Durão Barroso (e de Santana, também), no Governa da direita, antes de Sócrates; e, agora, de Sócrates “BENGALA” é, com a sua “abstenção construtiva”, que acabou por levar à trela o PSD, de Ferreira Leite, com medo de lhe ficar atrás.
É uma “BENGALA” para a desgraça,
Deste nosso desgraçado País,
Que da crise não passa
E que pode partir i nariz !
De Sócrates Paulo é bengala
Livrando a sua aflição
De trazer de novo a fala
O voto do nosso “povão”.
“Povão” que vai percebendo
Que foi de novo enganado
E talvez já nao querendo
Ser de novo “lixado” !
2 Fevereiro 2010