Entradas de 'Dossier STI/Sindicalismo'
SEGUNDAS FEIRA (PRÓXIMO DIA 20) VAI HAVER CONSELHO DE ESTADO, MAS O MOV. QUE SE LIXE A TROIKA E O POVO Q2UEREM FAZER UM CONSELHO POPULAR CÁ FORA NOS JARDINS DE BELÉM, NA CAPITAL DESTE IMPÉRIO GOVERNADO POR MALFEITORES, LACAIOS DA CORJA NEOLIBERAL, BANQUEIROS E OUTROS TRASTES !
Dadas estas circunstâncias, tal como já se fez um grupo de caldenses resolveu organizar um ida a Lisboa/Belém, durante a tarde de dia 20 de Maio deste ano da desgraça de 2013.
O MEU CÃO, POR GESTOS E LADRARES JÁ ME DISSE QUE QUER IR, POR QUERER UMA RAÇÃO MAIS SUBSTANCIAL, QUE EU COM ESTA MISÉRIA DE CORTES, NÃO TENHO ORÇAMENTO PARA LHE DAR. o BICHO/MENINO/CÃO JÁ PÔS A CORRER COM BI E Nº. DE CÃOTRIBUINTE, ENTRE OS CANINOS CALDENSES UM ABAIXO ASSINADO, DIRIGIDO À CORJA, MAS NADA, NÃO LHES DERAM CAVACO. O MEU CÃO NICO É UM CIDADÃO CANINO, ELEUTO PELOS SEUS PARES (CADELAS (as senhoras estão primeiro), CÃES E CACHORROS (votam a partir dos 6 meses), PARA O PARLAMENTO CANINO REGIONAL DO OESTE. HÁ MUITO Q2UE O NICO TEM O Nª. DE CÃOTRIBUINTE 6969. POR GESTOS E LADRARES REIVINDICOU-ME NOVAMENTE O DESEJO DE SER CONSELHEIRO DE ESTADO. LÁ TEREI, ENTÃO DE O LEVAR DE NOVO A BELÉM-
Falando a sério: O preço da viagem deve rondar os 5 euros aceitando-se já inscrições provisórias par decidirmos se levamos um autocarro grande ou pequeno.
Em comentários a este post digam se querem ir.
Para já “THE END”
Fernando Rocha
13 Maio 2013
Nesta hora difícil, porque o povo português passa, impõe-se a organização a todos os níveis dos vários segmentos da nossa população, para defesa dos seus direitos, que nunca como hoje foram tão atacados e ameaçados. De facto assistimos ao maior ataque e ameaça aos nossos direitos de cidadãos trabalhadores e aposentados, como nunca se viu no pós “25 de Abril”. Este Governo de Passos Coelho e de Paulo Portas, ao invés de tentar resolver esta crise a contendo dos cidadãos trabalhadores e aposentados e outros sectores (pequenos e médios comerciantes, por exemplo) tem optado e continua a optar por um ataque desenfreado aos nossos legítimos direitos, consagrados na Constituição da República. Para além de todas as injustiças de que o povo português já foi vítima, desde que este Governo iniciou funções, invertendo claramente o sentido de todas as suas promessas eleitorais, quer o Governo, agora, com o obsceno Orçamento de Estado, para 2013, consumar o maior assalto de que há memória, no nosso País, às nossas carteiras. Em vez de procurarem tomar as medidas adequadas para pôr cobro a esta grave crise, como sejam a renegociação da dívida e a revisão do memorando, com a troika, em termos justos e aceitáveis, para permitir o crescimento da economia, este Governo, completamente insensível aos verdadeiros problemas do País e do povo, encerra-se na torre de marfim do seu autismo, obsceno, incompetente e estúpido, trazendo dia a dia um verdadeiro inferno às nossas vidas.
Face a toda esta situação impõe-se, pois, em todos os sectores da nossa população organizar de forma adequada e audaz a nossa contestação e revolta, contra todas estas políticas de terra queimada.
No meu caso, que sou aposentado, acho que para defesa dos meus legítimos direitos e de todos os restantes companheiro(a)s aposentados, será adequado bater-me pela constituição no Oeste, com sede nas Caldas da Rainha, de uma ASSOCIAÇÃO DE PENSIONISTAS E REFORMADOS.
Penso que esta é a maneira de fazer valer os direitos de um importante segmento do nosso povo, que está sendo causticado com enormes sacrifícios e injustiças, dando combate ao Governo, que com este Orçamento, recheado de malfeitorias, quer pôr muitos mais aposentados numa situação obscena de indigência.
Vamos, pois, organizar-mo-nos, para fazer valer os nossos legítimos direitos e derrotar estas políticas de esbulho fiscal e de assalto às nossas carteiras.
15 Novembro 2012
Conheço por alto os detalhes do acordo da UGT com o Governo. Estou muito fragilizado por razões de saúde e da minha vida particular (com envolvência das condições de vida futura de meu filho e neto), mas quando toda a direita política e do capital apoia este acordo e toda a esquerda (com um mínimo de coluna vertebral democrática progressista e portanto solidária) o recusa, é porque ele é péssimo. Torres Couto não é um radical de Esquerda e ao recusá-lo (como fundador da UGT) legitima a tese de que este acordo é, simultâneamente, uma traição aos direitos dos trabalhadores e, também, um rude golpe na credibilidade do sindicalismo (porque é divisionista, no seio de todo o Movimento Sindical, mesmo internamente, dentro da própria UGT). A UGT do traidor Proença, com este frete ao Governo e ao grande patronato, regrediu em alguns direitos aos tempos do salazarismo e traiu algumas das fortes razões porque fez a Greve Geral recente com a CGTP. Das duas uma ou a UGT assinou o documento que decretou Greve Geral de ânimo leve ou se o não fez, com este acordo, traiu-se a si própria.
Mesmo de um ponto de vista de algumas vozes da direita (Santana Lopes, “in” último programa “Prova dos nove”, na TVI 24) este acordo pouco adianta para dar ao País mais competitividade, estando assim contrariada a tese triunfalista (e de aldrabice) do Governo e dos comentadores do sistema, de que este acordo é histórico e que vai contribuir para nos salvar da crise; crise em que a corrupção e o grande capital português e europeu, através dos seus lacaios governamentais nos mergulharam, bem como à Grécia e a outros, como adiante se verá.
Por outro lado mantendo-se as políticas de extrema austeridade, que adicionam à austeridade mais recessão (numa bola de neve sempre a engrossar, que atrofia cada vez mais a nossa economia), nem os novos trabalhadores ganham mais emprego e direitos e os velhos, como se está vendo, regridem sobre todos os aspectos (em direitos e em cortes de salário real, por via de aplicação de cortes directos nos vencimentos e de autêntico confisco fiscal e para-fiscal, como são as taxas moderadoras na saúde). Note-se que quase tudo ou tudo, do que atrás disse para os trabalhadores com direitos, a caminho da gradual extinção, se aplica aos reformados, com a agravante de estes, na sua esmagadora maioria, não terem condições anímicas, de saúde e de velhice para reagir, procurando encontrar escapatórias (“ganchos”) para aumentar os seus proventos.
Em suma a traição da UGT (do Proença) enfraqueceu o movimento de resistência a todos os níveis (sindical, social e político) e roubou-nos mais uma fatia da já pouca esperança, em criar alternativas a esta política, em curso, do desastre nacional.
Fernando Rocha ——————- Fundador do Movimento Sindical na Direcção-Geral dos Impostos (em Maio de 1974), primeiro nos Sindic. da Função Pública/CGTP (membro da Comissão Coordenadora Central, que representava, a nível nacional, os trabalhadores dos Impostos, no seio do Movimento Sindical da Função Pública); depois no Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), onde, entre vários cargos ocupou o de Vice-Presidente da Direcção Nacional do Sindicato; ex- membro da Comissão Político Concelhia de Lisboa e do Secretariado da Secção da Almirante Reis do Partido Socialista; e desde 1999 militante do Bloco de Esquerda, desempenhando, actualmente as funções de Deputado Municipal do Bloco, nas Caldas da Rainha , (não querendo escamotear que começou a sua militância na velha UDP, imediatamente a seguir ao 25 de Abril, tanto a nível político, como da corrente sindical da Função Pública)
20 Janeiro 2012
Foi com grande satisfação que fui a Lisboa assistir (a 5 de Janeiro) à tomada de posse da Nova Direcção Nacional e Conselho Fiscal do meu Sindicato, o glorioso STI, que no final dos anos setenta, princípios de oitenta, do século passado, protagonizou duas das maiores lutas sindicais, a que Portugal assistiu e que foram coroadas de pleno êxito (lutas em que me orgulho de activamente ter participado, como activista sindical).
Mas vamos à cerimónia de posse e ao seu significado:
À posse assistiram um número significativo de trabalhadores dos Impostos ou melhor da nova Autoridade Tributária e Aduaneira e notáveis convidados do nosso mundo sindical em que se destacam Carvalho da Silva, o prestigiado líder da CGTP, que se fez acompanhar da também dirigente Deolinda Machado, um alto representante da UGT, um representante internacional dos trabalhadores europeus dos Impostos (UFF, salvo erro a sigla é assim), o Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, Betencourt Picanço do STE, o líder do Sindicato dos funcionários judiciais, Nobre dos Santos do Sintap. Significativas foram, também as presenças de representantes da APIT (a associação dos Inspectores Tributários), bem como a da Comissão dos Trabalhadores das Alfândegas. Estiveram também presentes um representante do PS e dois representantes do BE – o deputado Filipe Soares e o ex-deputado, por Braga Pedro Soares (peço desculpa por não referir alguns dos nomes das personagens mencionadas por não os recordar).
Foi uma cerimónia plena de significado, dada a viragem na linha de orientação do STI, para uma postura de maior resistência e combate às políticas anti-laborais do Governo. De entre as várias intervenções destacam-se a dos representante da CGTP e da UGT e, finalmente, a de Paulo Ralha, novo Presidente da Direcção do STI. Carvalho da Silva, o líder de saída da CGTP, fez uma excelente caracterização do momento de resistência que o movimento sindical está a viver, fruto da política retrógrada do Governo; chegando ao ponto, de por exemplo, comparar e bem, o aumento do horário de trabalho, para os trabalhadores do sector privado (citando o especialista em direito do trabalho, Prof. Jorge Leite), ao ancestral direito de corveia; pelo qual o servo era obrigado à prestação de trabalho gratuito, duas vezes por semana, ao senhor, o suserano. Com isto Carvalho da Silva acentuou e exemplificou muito bem o momento de autêntica regressão civilizacional por que a nossa sociedade está a passar (diga-se, aliás, e abono da verdade, que em idêntico tom também se pronunciou o representante da UGT). De salientar que com esta caracterização de mera resistência, por parte do Movimento Sindical e dos trabalhadores, às arremetidas do Governo, Carvalho da Silva concluiu que lutar continua a valer a pena. Nisto todos nós verdadeiros sindicalistas estaremos de acordo, porque se lutarmos podemos vencer ou pelo menos pôr travão a mais cortes de direitos, já que a “fome” deste Governo em nos roubar, esses mesmos direitos, é imensa e mais adiante irá se baixarmos os braços.
A muito esperada intervenção do nosso novo e jovem dirigente Paulo Ralha esteve à altura das expectativas. Num tom de verdadeiro sindicalista (a que nos últimos anos não estávamos habituados), o nosso novo líder, não só caracterizou muito bem o momento que vivemos (em termos de direitos laborais), bem como se manifestou completamente disponível para esse combate. Registo como um grande e significativo momento, da sua intervenção, a referência de Paulo Ralha à nova estratégia a imprimir pelo STI, de grande unidade com outras estruturas sindicais ou de trabalhadores, pondo de lado sectarismos, mas mantendo a nossa independência sindical. Esta referência vai exactamente no sentido do que sempre defendi. A independência não se perde nos contactos e mesmo alianças com outros. A independência manifesta-se, esteja-se onde e com quem se estiver, por uma postura que não abdique da nossa identidade e de um pensamento específico e autónomo próprio.
Algo dissonante foi a intervenção do anterior Presidente da Direcção, que como candidato derrotado, demonstrou, no tom, que não assumiu completamente que o seu papel é passado e que ficará na História do STI, mais por más do que por boas razões. Uma nota ainda para dizer que caiu muito mal (e foi comentado em conversas particulares) um email ou site anónimo onde se criticam os gastos com a tomada de posse. Caiu mal, em primeiro lugar porque quem o fez não teve a coragem de dar a cara (embora alguns desconfiem ou afirmem da personagem que se trata, “useira e vezeira” nestas manobras opacas). A posse foi um acto pleno de simbólico significado e demonstrativo de que o STI não é um sindicato qualquer. É um sindicato num importante sector do aparelho de Estado, prestigiado, não só por todo o seu passado, como porque tem como associados muitos trabalhadores combativos, sempre presentes, em grande destaque, tanto nas lutas que o STI decreta, como nas lutas gerais da Função Pública, independentemente do maior ou menor apoio da sua Direcção a essas lutas. Esta posse foi um momento muito alto na nossa afirmação e os trabalhadores dos Impostos, querem, na sua maioria, essa afirmação, em termos nacionais, porque têm consciência que ela é justa e útil, para enfrentar as batalhas que temos pela frente (como trabalhadores no activo ou aposentados).
Como ex-activista sindical do STI, dei por bem empregue a viagem que fiz a Lisboa, bem como o dinheiro que com ela gastei. Cheguei a casa muito cansado, mas feliz. Sou um já meio velho reformado, solidário com os colegas no activo e com todos os reformados (todos roubados nos subsídios e no aumento da carga fiscal ao nível do confisco). Acredito convictamente que só a luta, em unidade com todos os trabalhadores, pode ultrapassar uma boa parte da crise porque passamos. Sou do tempo em que nos era vedado o direito de associação sindical. Significativamente éramos chamados servidores do Estado e mal ganhávamos para comer. Foi o 25 de Abril e o sindicalismo (e em particular o STI) que nos deu o estatuto digno que ainda temos.
Foi a luta de todos os trabalhadores, ao longo de muitos anos (nacional e internacionalmente) que nos libertou da servidão, da exploração primária da nossa condição de trabalhadores. Sem ela ainda seríamos uma espécie de servos da gleba. Num momento em que só nos dizem que temos de “empobrecer” e que temos que pagar o facto de “termos vivido acima das nossas possibilidades”, temos de responder que resistiremos a essas falácias e que quem tem de empobrecer é quem vive à conta do nosso trabalho (e são muitos e com mordomias imensas). A sociedade portuguesa é cada vez mais desigual. Os ricos são cada vez mais ricos (fazendo muitas das fortunas por processos menos limpos ou mesmo completamente sujos), os pobres são cada vez mais pobres e a classe média, com estas políticas pérfidas, caminha para a extinção. Com o STI, em unidade com o Movimento Sindical e com a genuína cidadania, vamos resistir e ganhar balanço para vencer.
Fernando Rocha
7 Janeiro 2012
Como já tive ocasião de dizer no facebook não estive hoje, por razões de saúde , na AVENIDA DA LIBERDADE JUNTANDO A MINHA VOZ À DE MILHARES DE TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA (de variadíssimos Sindicatos e de diferentes sensibilidades sindicais). Estive lá com o coração e soube por amigos que de todas as listas concorrentes ao acto eleitoral de 2ª Fª., para o nosso histórico e glorioso STI (um Sindicato que se forjou numa dura que venceu), SÓ LÁ ESTIVERAM SINDICALISTAS DA LISTA A, LIDERADA PELO COLEGA RALHA DE BRAGA.
Ainda que tal seja lamentável, este facto é um importante sinal de quem compreende bem a gravíssima situação que vivemos (sócios no activo ou pensionistas do STI) e para além das palavras (que muitas vezes as levam o vento), dá o corpo ao manifesto e o sinal que a todos tem de ser dado, de que com paninhos quentes, mais ou menos servis ou mesmo agachados, pouco ou nada se consegue.
E não nos venham dizer que não há alternativas ao corte dos subsídios e ao forte agravamento do custo de vida do povo (designadamente com uma carga fiscal e variadas taxas, ambas, já insuportáveis). Há mesmo mais do que as “almofadas” de que alguns falam, para cortar um só subsídio, o que o governo nem sequer se mostra disponível para aceitar.
Há ainda muito esbanjamento público, como por exemplo as parcerias público privadas que deviam de ser renegociadas (ou mesmo suspensas) e que servem grandes interesses financeiros, com muitos contratos leoninos, em que quem se “lixa” sempre é o erário público ou sejam os sempre pagantes contribuintes. Isto para não falar nos imensos “ordenadões” e mordomias com que são escandalosamente pagos gestores públicos e pensionistas de luxo, que comem, também, para o futuro, a sustentabilidade da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social. Estes escândalos, essas autênticas “rapinagens ” (como os prémios chorudos a péssimos gestores) o Governo não vê. Limita-se a assobiar para o lado e a persistir no inconstitucional saque (confisco) aos bodes expiatórios de sempre, funcionários e pensionistas.
Ora bem, é nestas circunstâncias que mais do que uma falta de presença, o ficar comodamente em casa, enquanto outros na rua (aos milhares) protestam a sua indignação e lutam, que se torna escandaloso, para quem se diz sindicalista, esse comportamento. Se outras razões não tivesse esta seria suficiente PARA COM TODA A CONVICÇÃO VOTAR LISTA “A”, PARA A PRÓXIMA DIRECÇÃO NACIONAL DO STI. Se o sindicalismo se fizesse só de abrir as portas dos palácios do Poder há muito que os trabalhadores dos Impostos teriam as suas reivindicações satisfeitas.
A propósito do NSR, de que há quem queira ter o vitorioso exclusivo, direi que é uma grande injustiça que se faz a um grande sindicalista que tivemos que se chama CORREIA DA SILVA, que foi adjunto em Gaia, com quem nem sempre estive de acordo, mas de quem sempre fui Amigo (por conhecer a sua combatividade e verticalidade, enquanto lutador) e que para mim e para muitos sindicalistas do nosso STI, desse tempo, foi o maior obreiro do dito NSR. E pronto colegas e ex-colegas, o futuro do STI e dos Trabalhadores dos Impostos está também nas nossas mãos, através dum voto lúcido, eficaz e esclarecido.
Fernando Rocha - aposentado mas sindicalista ainda de alma (Ex-Presidente da DD de Lisboa e ex-Vice Presidente da DN)
NOTA DE ACTUALIDADE (17-11-2011) – Tudo indica que a LISTA “A” VENCEU AS ELEIÇÕES E SERÁ A PRÓXIMA DIRECÇÃO NACIONAL DO STI. Os resultados finais deverão ser apurados amanhã (6ª Fª, dia 18). Parece assim que o sindicalismo e em particular o Movimento Sindical da Função Pública saiu desta disputa eleitoral reforçado, para os grandes combates, que nós, trabalhadores no activo, reformados e cidadãos, temos de travar contra estas políticas de roubo aos nossos direitos, empreendidas pelo Governo mais cruel e estúpido existente depois do 25 de Abril.
12 Novembro 2011
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