Estes cortes são tretas que em nadada melhoram a produtividade.
Acabar com o 5 de Outubro é ir para além do que o Salazar fez (que nunca conseguiu acabar com ele). O 5 de Outubro tem um grande significado simbólico, a seguir ao 25 de Abril. É uma afronta à Liberdade, é uma afronta aos velhos combatentes Republicanos, que combateram o “Botas” de Stª. Combadão (0 Salazar de má memória).
O 1º. de Dezembro é um símbolo da INDEPENDÊNCIA NACIONAL, que está na ordem do dia, com as malfeitorias da troika internacional e da troika nacional (Relvas, Gaspar e Passos Coelho – o relações públicas dos vendidos e trafulhas).
O Povo Português tem de se levantar contra estes abusos e contra a comunidade dos pançudos (Como Catrogas e outros). Os feriados (5 de Outubro e 1º. de Dezembro) fazem parte da nossa memória histórica e até isso estes traidores nos querem roubar. A Humanidade sem memória é uma humanidade amorfa.
Não podemos deixar que nos transformem num povo amorfo, tolhido pelo medo, submisso aos ditames dos mandaretes (nacionais e estrangeiros).
Os Portugueses, como os Gregos não têm nada a perder. Eles (os crápulas que nos (des)governam) estão-nos, a pouco e pouco a fazer perder (roubar) tudo.
Levante-mo-nos contra o expectativa (que conduz à inércia e ao pavor). Lutemos, reajamos.
A produtividade e o crescimento cresce no combate à corrupção e contra o abuso dos vigaristas e “pançudos”, que nos roubam e escravizam e que ganham mais num mês, que muitos de nós numa vida inteira de trabalho duro.
O Otelo foi brando nas críticas que fez. Os limites já foram (e continuam a ser) ultrapassados. FORÇA PORTUGUESES. LUTEMOS PELA JUSTIÇA, LIBERDADE E SOLIDARIEDADE. Quem tem medo arranja um cão e eu tenho três, que são mais fiéis do que esta corja de vendidos e traidores. PORTUGAL TEM FUTURO, MAS SEM ESTAS MÁFIAS TENEBROSAS.
Nota: Informem-se sobre o que é o Clube de Bilderberg e a Trilateral , (um polvo internacional, que quer pôr o Mundo em novas misérias e escravaturas, dominado pelos grandes interesses e os grandes capitais). Desculpem um ou outro erro ou gafe, mas isto é escrito à velocidade da luz e não há tempo para emendas.
Fernando Rocha
27 Janeiro 2012
Algures neste meu site/blog tenho escritos sobre a História do MUTUALISMO (instituições embrionárias do sindicalismo), que começaram salvo erro em França. O Cofre de Prev. do Min. das Finanças ou Cofre de Prev. dos Funcionários e Agentes do Estado,; finalmente, tem Corpos Gerentes à altura. Estão a trabalhar para o bem da insttituição e sobretudo dos sócios (à volta de 50.000).
Sei que estão em contacto com o Montepio Rainha D. Leonor (Caldas da Rainha) para adquirir ou acordar residências assistidas ou lugares no lar, da mesma instituição caldense. É uma excelente aposta. O Montepio Rª. D. Leonor, que também é uma mútua é uma instituição de grande solidariedade (com um corpo clínico excelente e serviços médicos de idêntico calibre). É lá que eu estou numa altura em que tenho a saúde um pouco em baixo. Tratado com mordomias que nem pela cabeça me passaram (há uns tempos); e com uma solidariedade sem limites.
Força com o Cofre. Contem comigo, para tudo, na medida das minhas possibilidades. Um grande abraço ao Jardim. A essa grande Senhora que se chama Luísa Boléo e a todos, mesmo àqueles que pensavam que o Rocha não sabia reconhecer quem é solidário e justo (para além de sério e entregue a nobres causas).
Se resistir mais uns anos tenho ideias que lhes hei-de transmitir. Talvez resista. Força, muita força e bem hajam por se estarem a dedicar a uma das paixões da minha vida – O VELHINHO COFRE DE PREVIDÊNCIA DO MINISTÉRIO DAS fINANÇAS, DE QUE FUI ACTIVISTA A SEGUIR AO 25 dE ABRIL E AINDA (POR BREVE TEMPO ) SECRETÁRIO DA MESA.
Um forte abraço – Fernando Rocha
25 Janeiro 2012
Conheço por alto os detalhes do acordo da UGT com o Governo. Estou muito fragilizado por razões de saúde e da minha vida particular (com envolvência das condições de vida futura de meu filho e neto), mas quando toda a direita política e do capital apoia este acordo e toda a esquerda (com um mínimo de coluna vertebral democrática progressista e portanto solidária) o recusa, é porque ele é péssimo. Torres Couto não é um radical de Esquerda e ao recusá-lo (como fundador da UGT) legitima a tese de que este acordo é, simultâneamente, uma traição aos direitos dos trabalhadores e, também, um rude golpe na credibilidade do sindicalismo (porque é divisionista, no seio de todo o Movimento Sindical, mesmo internamente, dentro da própria UGT). A UGT do traidor Proença, com este frete ao Governo e ao grande patronato, regrediu em alguns direitos aos tempos do salazarismo e traiu algumas das fortes razões porque fez a Greve Geral recente com a CGTP. Das duas uma ou a UGT assinou o documento que decretou Greve Geral de ânimo leve ou se o não fez, com este acordo, traiu-se a si própria.
Mesmo de um ponto de vista de algumas vozes da direita (Santana Lopes, “in” último programa “Prova dos nove”, na TVI 24) este acordo pouco adianta para dar ao País mais competitividade, estando assim contrariada a tese triunfalista (e de aldrabice) do Governo e dos comentadores do sistema, de que este acordo é histórico e que vai contribuir para nos salvar da crise; crise em que a corrupção e o grande capital português e europeu, através dos seus lacaios governamentais nos mergulharam, bem como à Grécia e a outros, como adiante se verá.
Por outro lado mantendo-se as políticas de extrema austeridade, que adicionam à austeridade mais recessão (numa bola de neve sempre a engrossar, que atrofia cada vez mais a nossa economia), nem os novos trabalhadores ganham mais emprego e direitos e os velhos, como se está vendo, regridem sobre todos os aspectos (em direitos e em cortes de salário real, por via de aplicação de cortes directos nos vencimentos e de autêntico confisco fiscal e para-fiscal, como são as taxas moderadoras na saúde). Note-se que quase tudo ou tudo, do que atrás disse para os trabalhadores com direitos, a caminho da gradual extinção, se aplica aos reformados, com a agravante de estes, na sua esmagadora maioria, não terem condições anímicas, de saúde e de velhice para reagir, procurando encontrar escapatórias (“ganchos”) para aumentar os seus proventos.
Em suma a traição da UGT (do Proença) enfraqueceu o movimento de resistência a todos os níveis (sindical, social e político) e roubou-nos mais uma fatia da já pouca esperança, em criar alternativas a esta política, em curso, do desastre nacional.
Fernando Rocha ——————- Fundador do Movimento Sindical na Direcção-Geral dos Impostos (em Maio de 1974), primeiro nos Sindic. da Função Pública/CGTP (membro da Comissão Coordenadora Central, que representava, a nível nacional, os trabalhadores dos Impostos, no seio do Movimento Sindical da Função Pública); depois no Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), onde, entre vários cargos ocupou o de Vice-Presidente da Direcção Nacional do Sindicato; ex- membro da Comissão Político Concelhia de Lisboa e do Secretariado da Secção da Almirante Reis do Partido Socialista; e desde 1999 militante do Bloco de Esquerda, desempenhando, actualmente as funções de Deputado Municipal do Bloco, nas Caldas da Rainha , (não querendo escamotear que começou a sua militância na velha UDP, imediatamente a seguir ao 25 de Abril, tanto a nível político, como da corrente sindical da Função Pública)
20 Janeiro 2012
Quando dizem que a CGTP (ou os sindicatos a ela afectos) nunca fizeram Acordos com o Governo, é mentira! Entre vários vou recordar um:
A sindicalista Maria do Carmo Carboila, em representação da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, integrada na CGTP, subscreveu um Protocolo de Acordo, em 25-1- 1993, negociado com o Ministério da Educação (Secretário de Estado Dr. Bracinha Vieira) , assinado por este e pela Secretária de Estado do Orçamento (Drª. Manuela Ferreira Leite).
O acordo estipulava a integração de 10.500 trabalhadores não docentes, do Ensino Básico e Secundário, com vínculo precário, obedecendo a concurso prévio.
Posteriormente, já como Ministra da Educação, Manuela Ferreira Leite, faz tábua rasa do Acordo, que ela própria assinara, desencadeando um processo de despedimento de cerca 10.000 desses trabalhadores, pondo inclusive em risco aqueles sistemas, como se fez sentir, na maioria das escolas, impedindo o funcionamento regular destas.
Estes trabalhadores, a desempenhar funções de carácter permanente, na maioria há mais de 3 anos, eram auxiliares de acção educativa, escriturários-dactilógrafos, ajudantes de cozinha e guardas-nocturnos.
Face a esta tremenda situação de insensibilidade política e humana (o maior despedimento colectivo jamais efectuado no País), a mesma sindicalista, com os Sindicatos e os trabalhadores, desencadearam acções de luta diversas e prolongadas, nas escolas, com ampla divulgação na Comunicação Social. De notar, também, que o Provedor de Justiça, ao tempo, Dr. Meneres Pimentel, deu razão aos trabalhadores, considerando ilegais e inconstitucionais tais medidas de tão brutal despedimento e formulou uma Recomendação, para que o Governo repusesse a legalidade.
A par destas acções foram movidos contra o Estado processos judiciais, caso a caso, que ocasionaram Sentenças e Acórdãos, que gradualmente, sempre deram razão aos trabalhadores; tendo estes sido, finalmente, integrados e indemnizados com os vencimentos perdidos, durante o seu afastamento dos serviços.
Estes factos provam bem, que quando há razão e existe uma boa direcção, político-sindical, se pode ganhar e que vale sempre a pena persistir e lutar.
NOTA: Maria do Carmo Carboila (Técnica de Saúde Pública do Instituto Dr. Ricardo Ricardo Jorge) exerceu durante 10 anos o cargo de dirigente sindical da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública. Participou ainda, entre outros, na negociação, em sede de Concertação Social (como representante da CGTP), no Acordo de aplicação da legislação de Higiene e Segurança do Trabalho à Administração Pública.
Actualmente encontra-se aposentada e reside nas Caldas da Rainha.
Fernando Rocha
18 Janeiro 2012
A PALAVRA DE ORDEM TEM DE SER REAGIR
Reagir ao medo de cada um (cercado pelos seus próprios problemas/dramas) e partirmos para a resposta colectiva (muito plural, política e socialmente).
Se cada um de nós se deixar vencer pela tendência natural para a solução individualista, procurando apenas salvar a sua própria pele e a dos seus, estamos, na esmagadora maioria, perdidos e os donos de Portugal e do Mundo vencer-nos-ão. Só a luta colectiva, em frente muito alargada, nos pode salvar ou atenuar a desgraça imensa, que se não reagirmos, nestes termos (colectiva e solidariamente), nos espera.
Procurarei encontrar forças para escrever um texto mais explicativo desta minha ideia (do reforço da resposta colectiva), procurando, também, apresentar propostas concretas aos partidos e às forças sociais (de esquerda e democráticas), bem como aos cidadãos, homens bons, que se nos queiram juntar.
Prezados Amigos
O que atrás acabastes de ler está no meu mural do facebook, mas quero partilhá-lo com todos os outros que ao FB não têm acesso (ou que o não viram).
Não sou um herói. Sou um igual a muitos de vós cercado de problemas, que me estão a atingir, também, fruto da gravíssima situação que todos vivemos. Para além dos problemas concretos de cada um, estamos a ficar cercados pelo medo do futuro, que todos os indicadores indiciam ser ainda mais dramático e grave que o momento presente. A tendência natural (não a podemos de ânimo leve condenar) é cada um de nós procurar individualmente defender-se a si e aos seus (como em cima já disse). Outra tendência natural é quedar-mo-nos na expectativa e apelar à sorte, para que o pior não nos atinja ou que um milagre nos salve a quase todos desta situação. Todavia, se analisarmos racional e friamente os dados, de que já dispomos, concluiremos que, com toda a certeza, “a coisa está preta” e muito certamente irá piorar (a recessão está aí e vai continuar a agravar-se). “Meter a cabeça na areia como a avestruz” é o erro maior que poderemos cometer.
É certo que a crise que atravessamos, tendo uma forte componente nacional, é cada vez mais derivada desta Europa (des)governada (ou governada pelo grande egoísmo da Alemanha, liderada por Merkel). Ora esta situação gera um sentimento de impotência para a resolução do problema, mas há muito que podemos, apesar destas circunstâncias, fazer, infelizmente não para debelar por completo o mal, mas para o não deixar ser uma catástrofe social e política.
Tenho a convicção (quase absoluta) que do lado deste Governo português, da Direita, pouco ou nada poderemos esperar, se não o pressionarmos fortemente e essa pressão, para ser eficaz, tem de ser muito plural, ultrapassando os sectarismos partidários.
Se este Governo e o anterior (e todos os outros até ao cavaquista) têm fortes responsabilidades, os partidos da oposição também as têm, porque não foram capazes de gerar alternativas e continuam a tê-las, porque, cada um em seu casulo, se limitam à crítica e isto só com crítica não vai (como se está a ver) a lado nenhum.
É urgente uma ampla plataforma de entendimento (política e socialmente) muito ampla. Cada partido da oposição (e forças sociais relevantes) deveria de ter a responsabilidade de estabelecer um programa mínimo para entendimento com os outros, criando-se um conjunto de propostas concretas, para se explorarem as nossas riquezas, segurar as médias empresas e combater o desemprego. Todo esse processo deveria de culminar, talvez, com uma iniciativa de unidade, muito plural (tipo Congresso Portugal que futuro), em que se apresentassem à sociedade soluções. E correndo o risco de me acusarem de idealismo algo disparatado, vou mesmo mais longe (e dou o exemplo), defendendo a constituição (desde já) de sociedades cooperativas, viradas sobretudo para as pescas e agricultura. É tempo de reagir e agir, começando a construir trincheiras de resistência a todos os níveis, que possam eficazmente pressionar o Governo e ganhar balanço para UM PLANO NACIONAL DE RESISTÊNCIA E DE RELANÇAMENTO DA ECONOMIA (uma economia solidária, democrática, baseada nas regras e princípios para que a Constituição da República aponta).
Uma modesta contribuição/proposta de Fernando Rocha
14 Janeiro 2012
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